Sim, eu assistia a cada manhã de domingo a um novo episódio da série “Cosmos”, na Globo, no tempo em que os enlatados eram melhores que os de hoje. Era imperdível. Meu fascínio pelos questionamentos da ciência, astronomia , religião e deus desenvolveram-se daí. Esse primeiro post é dedicado a Carl Sagan, astrônomo, cientista, ateu e ser humano genial, um pálido ponto que ousou brilhar e que, infelizmente, apagou-se cedo demais.